O baterista do Queen, Roger Taylor, disse à revista Entertainment Weekly que três parcerias entre Michael Jackson e Freddie Mercury podem ser lançadas em breve.

A primeira música é "State Of Shock", lançada originalmente em 1984 com as vozes de Michael Jackson e Mick Jagger, dos Rolling Stones. A primeira versão desta canção, gravada com Freddie no lugar de Mick, deve chegar ao mercado em breve.

As duas outras gravações de Michael e Freddie se chamam "Victory" e "There Must Be More To Life Than This", gravadas entre 1981 e 1983.

Ainda não se sabe como estas músicas serão lançadas, mas as demos já são de conhecimento público há algum tempo. Confira abaixo Michael e Freddie cantando "State Of Shock" e "There Must Be More To Life Than This".





Qual seu clássico favorito?
Apesar de não oferecer toda a pompa da tecnologia atual, games da década de 1980 divertiram muita gente e se tornaram ícones que são eternamente lembrados. Pensando nisso, o MSN Jogos separou alguns títulos que estavam empoeirados na lembrança e os compactou em uma lista para você imergir em profunda nostalgia. Aproveite!












Pac-Man – 1980

Clássicos dos clássicos, “Pac-Man” foi desenvolvido para arcades em 1980, por Tohru Iwatani, para a empresa Namco, sendo no futuro distribuído para o mercado americano pela Midway. O game, que conduz o jogador a comer balinhas deixadas num labirinto, foi muito bem recebido por público e crítica.












Tetris – 1984

“Tetris” é um jogo desenvolvido pelos russos Alexey Pajitnov, Dmitry Pavlovsky e Vadim Gerasimov, em 1984. O jogo tem espírito criativo, cujo objetivo está em encaixar peças de formatos diversos que descem do topo da tela e que devem eliminar linhas. O jogador perde quando as linhas não se formam e inundam toda a tela.












Super Mario Bros. – 1985

Lançado pela Nintendo em 1985, “Super Mario Bros.” foi um dos primeiros jogos a serem lançados em plataforma lateral. Este é o game mais vendido da história dos videogames e foi o principal responsável pelo suceddo do console NES. No ano de 2010 a Nintendo lançou uma compilação em homenagem aos 25 anos do jogo.












Alex Kidd in Miracle World - 1986

Embutido no console Sega Master System, o game do garotinho Alex Kidd foi um forte concorrente para o “Super Mario Bros.”. Isso por sua jogabilidade ser próxima ao game do encanador.








Street Fighter – 1987

Desenvolvido originalmente pela Capcom, “Street Fighter” é um dos mais populares jogos de luta já lançados ao mercado. O game oferece ao jogador a opção de escolher entre os melhores jogadores do mundo, e lançar um golpe especial conhecido como o popular “hadouken”.








Prince of Persia - 1989

Outro clássico que começou lá em 1989. Apesar de não ter um “i” antes do “P”, Prince of Persia é um produto originalmente da Apple, já que foi lançado pela primeira vez na plataforma Apple II. De lá para cá, o jogo ganhou diversas continuações e se tornou cada vez mais conhecido no mundo do entretenimento. Tanto que até ganhou um filme produzido pela Disney. E olha que mais jogos da série vêm por aí, hein?












Golden Axe – 1989

Quando se fala em batalhas no estilo hack and slash, ou simplesmente “jogos de porrada”, Golden Axe vem na cabeça. O título foi lançado em 1989 para os fliperamas, e por sorte divina para os jogadores também foi convertido para o Mega Drivee Master System. A pancadaria medieval deu tão certo que duas sequências do título foram lançadas. E a série chegou a sobreviver até hoje, com um jogo para Xbox 360 e PlayStation 3.












Sonic The Hedgehog - 1991

O ouriço azul deu as caras pela primeira vez em 1991, no Mega Drive. Com uma história maluca em que um cientista gordo aprisiona animais e quer dominar o mundo, Sonic conquistou a juventude gamer e entreteu a infância de muita gente. E ele continua bem vivo assim como seu ex-concorrente e agora “parceiro” Mario Bros.












Mortal Kombat - 1992

Apesar de Mortal Kombat ter sido lançado em 1992 com muitas versões em que não continha sangue, há um código secreto na tela de créditos iniciais que destravava a sangria do game em sua versão “original”. Nem precisa falar que todo moleque sabia a combinação, não é mesmo?

O maior atrativo do título que se consagrou como um dos melhores games de lutas já criados é o sangue e sua violência. Agora, é curtir as ramificações do jogo, que foram parar em um jogo de aventura, em batalhas contra o universo DC e o mais novo game da série que chega no mês de abril deste ano.
Matar ou morrer


Em sua história, a série ‘Mortal Kombat’ mostrou que uma luta só fica completa com socos, chutes e galões de sangue







O maior defeito de Scorpion é não ter um hálito refrescante


Hoje em dia, qualquer jogo mediano de tiro mostra fartos espirros de sangue saindo dos inimigos. Para chocar alguém nos cínicos anos 2000, é preciso alguma coisa muito controversa.


E se tem alguém com experiência nisso é Ed Boon e seu time da Nether Realm, que se prepara para lançar “Mortal Kombat”, o nono game da franquia, que busca levar a série de volta a suas raízes – tanto na jogabilidade quanto na violência.


Para celebrar o retorno deste peso pesado a seus princípios mais básicos, relembramos os outros games da série. Do debute em 1992, que praticamente criou o sistema de classificação etária nos games, ao encontro com Batman, Superman e Lex Luthor em “Mortal Kombat vs. DC Universe”, de 2008, a série mostrou a seu grande rival, “Street Fighter”, que hadoukens são divertidos, mas nada se compara a um sanguinolento quebra-quebra, com desmembramentos e ossos partidos.


Na lista, compilamos apenas os games da franquia principal, sem considerar spin offs como “Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero” ou “Mortal Kombat: Shaolin Monks”.









Mortal Kombat | Produtora: Midway | Lançamento: 1992 | Plataformas: Arcade, SNES, Mega Drive


Aqui é onde tudo começou. Com uma galeria de personagens limitada a sete lutadores – formada pelos clássicos Liu Kang, Raiden, Sonya Blade, Johnny Cage, Sub-Zero, Scorpion e Kano – o game inovou tanto na brutalidade quanto em seu estilo gráfico, que usava imagens digitalizadas de atores em vez de gráficos de desenho animado.


O conceito dos Fatalities também foi apresentado logo no primeiro game e é, até hoje, uma das características marcantes da série. Ao fim do último round, o lutador derrotado fica indefeso em um estado de confusão, pronto para ser abatido ou por um golpe normal ou por uma intrincada combinação de botões que, se apertada corretamente, permitia que o vencedor eliminasse o adversário brutalmente.


Em 1992, o choque de ver Kano arrancando o coração ainda pulsante do peito de algum infeliz gerou uma onda de controvérsia que culminou na criação do ESRB, o órgão que até hoje é responsável pela classificação etária dos games nos EUA.









Mortal Kombat II | Produtora: Midway | Lançamento: 1993 | Plataformas: Arcade, SNES, Mega Drive


Considerado o melhor da franquia e sempre próximo ao topo de melhores games da era 16 bits, “Mortal Kombat II” é um exemplo de sequência. Maior, mais bonito, mais ágil, com mais personagens que seu predecessor, o game foi um hit dos fliperamas e, posteriormente, em consoles como SNES e Mega Drive. O segundo episódio da franquia perdeu personagens como Sonya Blade e Kano, mas trouxe memoráveis adições como as ninjas Mileena e Kitana; o soldado grandalhão Jax e o monstrengo com duas lâminas nos braços Baraka.









Mortal Kombat 3 | Produtora: Midway | Lançamento: 1995 | Plataformas: Arcade, SNES, Mega Drive


Em “Mortal Kombat 3” a série deu algumas guinadas peculiares. Na jogabilidade, algumas funções novas, como a possibilidade de correr e os Animalities, uma expansão do conceito dos fatalities que começou em “Mortal Kombat II” com o Babality e o Friendship.


“Mortal Kombat 3” adota uma palheta de cores muito menos colorida que seus predecessores e marca também uma maquiagem ocidental no estilo do game, com uma notável mudança no visual de alguns personagens, como Sub-Zero e Smoke, que deixaram de ser ninjas e o segundo até virou um ciborgue, nos mesmos moldes dos novos Cyrax e Sektor. Dentre as notáveis ausências no game estão o ninja amarelo Scorpion, o ator canastrão Johnny Cage e o deus do trovão Raiden.







Mortal Kombat 4 | Produtora: Midway | Lançamento: 1997 | Plataformas: Arcade, Nintendo 64, PlayStation


O primeiro “Mortal Kombat” em 3D foi um pequeno deslize na série, que marcou o início de uma série de decisões estranhas do time de desenvolvimento.


Os divertidos Babalities e Friendships foram limados, assim como os brutais Animalities e o game trouxe a equivocada decisão de incluir armas nos combates, uma ideia que se grudou à série nos três games que vieram depois. O elenco também não era dos melhores, com personagens novos e sem carisma, à exceção do feiticeiro Quan Chi e, claro, dos personagens tradicionais, como Johnny Cage, Raiden e Liu Kang. No mais... Fujin? Tanya? Não.









Mortal Kombat: Deadly Alliance | Produtora: Midway | Lançamento: 2002 | Plataformas: PlayStation 2, GameCube, Xbox



Mesmo com uma boa recepção dos fãs e da crítica, a série começou a declinar com “Mortal Kombat 4”. Ed Boon e sua equipe se fecharam e, após um hiato de cinco anos, lançaram “Mortal Kombat: Deadly Alliance” em 2003.


Com uma jogabilidade em 3D, o game marca um grande distanciamento da franquia. No game, cada lutador tem dois estilos de luta, que podem ser mudados a qualquer momento com o toque de um botão, e uma arma. O número de Fatalities foi limado para apenas um por lutador e mais personagens sem carisma foram enfiados na já rocambolesca trama, como o espadachim cego Kenshi e o beberrão Bo’Rai Cho. Ainda assim, o game foi aclamado como o melhor jogo de luta para Xbox e GameCube de 2002 pelo Gamespot.









Mortal Kombat: Deception | Produtora: Midway | Lançamento: 2004 | Plataformas: PlayStation 2, GameCube, Xbox


Pouco mudou na jogabilidade de “Mortal Kombat: Deception”, quando comparada a de seu predecessor, mas o game trouxe algumas novidades peculiares em modos extras de jogo.


O modo “Konquest”, uma entediante aventura que explora a absurda trama do game, criada em “Deadly Alliance”, retorna expandida, ao lado de modos como “Chess Kombat”, que mistura “Mortal Kombat” com xadrez, e “Puzzle Kombat”, um clone de “Super Puzzle Fighter II Turbo”. O game traz 26 personagens – incluindo Liu Kang em versão zumbi – e o número de Fatalities para cada personagem aumentou de apenas um para dois.








Mortal Kombat: Armageddon | Produtora: Midway | Lançamento: 2007 | Plataformas: PlayStation 2, Xbox, Wii


Uma espécie de “quem é quem” da franquia “Mortal Kombat”, “Armageddon” é, na insana trama da série, o capítulo final para os lutadores e traz 63 lutadores oriundos de todos os games, além de ainda apresentar dois novos personagens.


O sistema de combate segue a mesma tradição dos dois games anteriores, com os personagens usando estilos de luta que podem ser mudados durante a batalha, o que acaba deixando os lutadores um pouco sem personalidade. Agravando isso, o sistema de Fatalities foi revisto: em vez de um ou dois finalizadores brutais específicos para os personagens, foi implementado um sistema genérico igual para todos os lutadores.


Nos modos de jogo, o tedioso Konquest volta, com uma trama absurda e uma jornada longa coletando artefatos e moedas, para destravar artes conceituais, roupas alternativas e novos personagens. Uma novidade é Motor Kombat, um clone de Mario Kart sem muito refino, que cansa após algumas horas.









Mortal Kombat vs. DC Universe | Produtora: Midway/Warner Games | Lançamento: 2008 | Plataformas: Xbox 360, PlayStation 3


Poucas pessoas não ficariam interessadas com a ideia de ver o Batman socando violentamente a cara de Liu Kang ou Scorpion acertando um belo chute no queixo kriptoniano do Superman. Com isso em mente, Ed Boon e uma combalida Midway – que acabou falindo e vendendo a série para a Warner Games – promoveram esse encontro de gigantes. O resultado é um passo na direção certa e algumas cambalhotas na direção errada.


Em “MK vs. DC”, a jogabilidade voltou a um esquema mais tradicional, com cada lutador usando um estilo de luta próprio e com o retorno dos Fatalities. Bem, pelo menos para uma parte do elenco. O game foi duramente criticado por suavizar a violência e heróis como Batman, Superman e Lanterna Verde não executam seus inimigos, mas realizam os chamados Heroic Brutalities. No fim das contas, a jogabilidade era sólida, mesmo que este crossover não chegue aos pés de “Marvel Vs. Capcom”.


Plataformas: _Xbox 360_ | _PS3_ | _PS2_ | _Wii_

Origens dos personagens dos filmes de terror
Eles muitas vezes causam insônia, pesadelos, sustos e medo. Suas aparências sinistras causam pavor nas criancinhas indefesas. Tudo que eles querem é sangue, sangue e mais sangue. Mas como eles chegaram a esse nível de horror? Será que foram maltratados pelos pais ou simplesmente possuem um distúrbio mental?Tudo o que você mais queria saber era a origem desses maníacos, e agora você é que vai matar sua curiosidade!

Jason Voorhees

Com uma aparência deformada e com uma capacidade mental duvidosa, Jason nasceu de Pamela Voorhees, uma cozinheira desiquilibrada do Camp Crystal Lake. O garoto era tímido e recluso, fazendo com que fosse alvo de chacotas dos garotos de sua idade. Sua mãe, Pamela,fazia de tudo para proteger o garoto sejam lá quais fossem os meios, e vocês vão logo entender como o amor de mãe é único.
Pamela teve um surto quando Jason se afogou devido a negligência de dois monitores amantes do camping. No próximo ano, esses mesmos dois monitores foram pegos fazendo sexo e foram brutalmente assassinados. O camping fechou por um tempo devido a tragédia.
Infelizmente, isso não impediu às pessoas de tentarem reabri-lo. Todo ano que alguém tentasse trazer o Camping Crystal Lake de volta à ativa, alguma vida era ceifada. O assassino misterioso foi identificado anos depois, quando uma sobreviventea de um ataque descobriu que tudo aquilo era uma obra da enraivada Pamela Voorhees. Usando sua vontade de viver e todas suas forças, a sobrevivente conseguiu decapitar Pamela, colocando um fim as matanças de uma vez por todas.
Mas as matanças não pararam. Alguns meses depois do acontecido, a sobrevivente desapareceu de repente. Muitos começaram a se questionar se Pamela Voorhees descobriu uma maneira de retornar e conseguir vingança sobre seu filho morto.
No entanto, Jason não estava morto. De alguma maneira ele sobreviveu ao afogamento e estava se escondendo por anos. Depois de descobrir a cabeça decepada de sua mãe, Jason que já era desiquilibrado, jurou vingança a todos aqueles que tentassem vagar pelo Camp Crystal Lake. E a matança continua…

Freddy Krueger

Nascido de um estupro e colocado para adoção, Freddy Krueger passou uma infância difícil sobre a pressão abusiva de um padastro alcoólatra. O garoto cresceu para ser um sociopata, excluído do resto das crianças e secretamente aprendendo a gostar da dor das porradas que levava do seu pai adotivo. Um pouco mais velho, conseguiu vingança matando-o a sangue frio.
Quando Krueger chegou a idade adulta, ele casou com uma mulher chamada Loretta e teve uma filha, Kathryn. Sem sua mulher saber, Krueger desenvolveu uma predileção em matar crianças, tendo torturado e matado cerca de 20 crianças nos últimos anos. Ele manteve registros dos assassinatos e dos instrumentos de tortura em uma sala secreta em seu porão. Quando Loretta descobriu sala medonha, ele a matou na frente de sua filha, enquanto ela ficava de olho no “daddy´s special work”.
Krueger foi descoberto pelas autoridades e preso por seus crimes, o que o levou a ganhar o apelido de “Springwood Slasher”. Infelizmente, um erro no mandado de busca tornou a prova inadmissível e Krueger foi libertado. As famílias das vítimas decidiram então fazer justiça com suas próprias mãos. Eles entraram na sala de aquecimento onde Krueger tinha cometido os assassinatos e o queimaram vivo.
No entanto, momentos antes de sua morte, Krueger foi abordado por três demônios que procuravam por um espírito malevolente. Eles ofereceram a Krueger a chance de viver “para sempre” e tornar pesadelos em realidade, em troca dele continuar seu trabalho no mundo dos sonhos. Krueger aceitou a proposta rapidamente e ganhou o poder de existir nos sonhos das pessoas, controlá-los e causar dano físico real para eles. Daí então Krueger continuaria seu trabalho medonho com suas novas

Hannibal Lecter

Frio, astuto e cruel, o canibal Dr. Hannibal Lecter é um assassino em série diferente de qualquer outro – um homem brilhante, com uma visão torcida em relação à vida. Nascido em uma família aristocrática lituana, os primeiros anos de vida de Lecter foram privilegiados. No momento da Blitzkrieg de Hitler, as coisas mudaram e sua família fugiu para a floresta Lodge. No entanto, eles foram incapazes de escapar da tragédia e os pais de Lecter e retentores da família acabaram sendo mortos por um bombardeiro alemão. Lecter e sua irmã Mischa foram deixados à própria sorte.
A tragédia apareceu em sua vida mais uma vez, quando um grupo de ex-colaboradores lituanos tentaram saquear sua loja. Mischa e Lecter foram levados pelos saqueadores, liderados por Vladis Grutas. Famintos e desesperados, os saqueadores recorreram a comer Mischa. Lecter olhava com horror enquanto Grutas e seus homens canibalizavam sua irmã, momento em que ele nunca mais seria a mesma pessoa. Lecter acabaria por fugir do cativeiro, no entanto, traumatizado e mudo.
Lecter foi encontrado por soviéticos e retornou para seu castelo, que tinha sido convertido em orfanato por causa da guerra. O garoto estava extremamente perturbado, atacando e machucando muitos de seus colegas órfãos. Todavia, parecia que os ataques eram meticulosamente propositais – Lecter usava violência apenas contra os maiores intimidadores.
Ele chegou a ser encontrado por seu tio, Count Robert Lecter e levado para uma nova casa na França. Lá, ele conhecer sua tia, Lady Murasaki, e se apaixonou por ela. Um dia, um açogueiro chamado Paul Momund entregou a infidelidade de Murasaki com seu sobrinho para seu tio. O garoto então retaliou atacando ferozmente Momund. Com o calor do confront, seu tio sofre um ataque cardíaco e morre. Lector culpa Mamund pela morte do tio e aplica sua vingança decapitando o açogueiro. Ao relembrar das cenas de canibalização de sua irmã, Lecter começa a cortar as bochechas da cabeça quebrada de Momund e come sua carne.
O assassinato de Mamund chama atenção das autoridades e todas suspeitas caem sobre Lecter. No entanto, com a intervenção de Lady Murasaki e a habilidade de Lecter em enganar máquinas de detecção de mentiras, ele foi inocentado pelo assassinato. Daí para frente, ele tem uma vida acadêmica premiada em Lycée, ganhando o reconhecimento de estudante mais jovem a ser admitido em uma escola médica na França. Durante seus estudos em Paris, ele vira-se a um dos quadros de sua família e lembra-se dos horrores do seu passado. Ele volta ao cativeiro onde foi mantido como refém quando criança, esperando dar a sua irmã um enterro apropriado. Assim que ele vasculhava o local, ele encontrou as coleiras dos cachorros das pessoas responsáveis pelo assassinato brutal de sua irmã. Ele então iria caçar cada um dos responsáveis para aplicar sua vingança.
Mesmo que seu apetite por vingança fosse saciado, sua vontade de derramar sangue não foi e Lecter continuou a matar aqueles que passassem por seu caminho. Ele acabou desenvolvendo um gosto especial pela carne humana e eliminava suas vítimas colocando-os em seus pratos epicuristas. Um estágio em Baltimore traria “Hannibal, o Canibal” para as praias americanas onde ele continuaria seu trabalho com uma temível sofisticação.

Jigsaw

John Kramer uma vez já levou a vida como um simples inventor de brinquedos. Ele tratou muitos aspectos de sua vida com complacência, incluindo seus relacionamentos românticos. Sua falta de habilidade com o compromisso resultou com que sua namorada o deixasse. No entanto, nem isso o ajudou a entender o estrago que sua indiferença faria em sua vida.
Entretanto, ele teve uma epifania depois que fez uma visita a um hospital. Ele estava ficando extremamente doente. Ao fim, foi diagnosticado com câncer e com um tumor no cérebro que não podia ser operado. Ao deparar-se nessa situação mortal, Kramer realizou o quanto da sua vida tinha desperdiçado. No hospital, ele observou como as pessoas estavam desperdiçando suas vidas também. Viciados em heroína e suicidas, na sua opinião, falhavam em descobrir o quanto a vida era preciosa.
Deprimido por ver quão fútil a vida era, Kramer decidiu acabar com tudo e tentou o suicídio. No entanto, ele sobreviveu a tentativa, mesmo tendo jogado seu carro de um penhasco. Juntando o pouco que restava da sua vida, ele descobriu o quão valioso era estar vivo. E ao invés de acabar com sua vida, Kramer jurou a ajudar outros a tomar controle sobre as suas vidas e abraçar a vida.
Infelizmente, na visão distorcida de Kramer, ele precisaria levar as pessoas para o limite da morte. Assim como ele teve a sua realização em meio à angústia e ameaça de morte, assim também tiveram suas “cobaias”. Kramer então passou a seguir e observar algumas pessoas que ele julgava que precisavam da salvação. Fo aí que criou os labirintos e charadas cruéis que iriam salvá-los, fazendo-os agüentar intensa tortura física e mental. Kramer continuou a capturar suas cobaias e os colocava em labirintos especialmente desenhados, onde eles poderiam escapar com uma incrível apreciação da vida, ou morrer em uma terrível e agonizante morte.
A maioria das cobaias de Kramer sofreram mais tarde. No final de cada experimento, ele cortava um pedaço de carne do cadáver que representaria o pedaço de humanidade que faltava na vítima – o instinto de sobrevivência. Essa prática o rendeu o apelido de “Jigsaw Killer”.

Chucky

Poucas histórias são tão bizarras quanto as de Chucky, o boneco assassino. Em uma noite de 1988, Charles Lee Ray, um assassino procurado pela polícia estava severamente machucado depois de uma fuga. Depois de pensar muito, o assassino decidiu tomar abrigo em uma loja de brinquedos desconhecida. Lá, ele praticou deliberadamente um ritual voodoo que iria salvar sua vida transferindo sua alma para um boneco. A magia funcionou e a polícia encontrou o corpo sem vida de Ray, sem saber que o serial killer estava sentado entre os outros brinquedos.
Ray foi comprado por um jovem chamado Andy Braclay. Ray, agora conhecido como Chucky, revelou sua verdadeira natureza para Barclay e continuou sua vida de assassinatos. Ao falar sua identidade secreta para Barclay, mal ele sabia que seria um dos seus piores erros, assim que ele aprendeu que poderia transferir sua alma apenas para a primeira pessoa a quem ele teria dito seu nome, caso contrário ficaria preso no corpo de um boneco para sempre. Chucky então começaria a caçar Barclay, matando qualquer um que entrasse em seu caminho, correndo para a única chance de voltar a sua forma humana.